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27
Nov18

287.

Num momento, o desejo de escrever surge-me, mas as palavras fogem-me. No meio de tantas histórias e palavras escritas, surge a noite que cai e me tira todas as palavras e só me deixa com as estrelas para observar a céu aberto. 

Dos sonhos vivos, de homens gigantes, de monstros gigantes que atacam desde o subterrâneo, em nenhum deles me lembro nem me vem à memória das estrelas brilhantes do céu, ou até da estrela cadente que vi mais do que uma vez. As coisas brilhantes não são as estrelas, são algo vivo e demasiado grande para o tamanho humano. Na memória tão viva, pergunto-me o que observei para ver algo que provocasse tanto receio. Mas são só sonhos (ou pesadelos?), onde acordo para um novo dia e lhes vou perdendo o enredo à medida que as horas passam. Porque há algo que brilha sempre mais e que se pode ver o brilho: o sol.

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