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Existem tantos tipos de amores, tantos que não lhes consigo contar. Aqueles que queremos tanto esquecer, mas torna-se impossível, e outros que, com apenas uma palavra, nos alteram de tal forma que esquecemos de continuar a amar. Aqueles que obrigam a esquecer são os mais dolorosos. Não nos basta terem arrancado o coração, ainda nos obrigam a curá-lo no momentos para que sigamos em frente. Mas custa demasiado. E, sem nos darmos conta, tornam-se esquecidos. (Ou não tão esquecidos.)


12 comentários

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V. 04.05.2016

(in)felizmente, é. E ocorre mais vezes do que se pensa.

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