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E o tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem. E numa resposta, o vento correu frio, gelado, dando arrepios à sua passagem. Porque o calor corporal próprio não chegou para manter o calor e não sentir o frio. E no frio que se acumula, apenas faltas-me tu para me manteres quente, e o frio torna-se mais do que secundário, é praticamente inexistente. E num aproximar de corpos, partilha-se o calor corporal e a nossa ligação fortalece, e não consigo parar de te tocar, querendo sempre mais. E quando o tempo responde ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem, eu digo que queria parar o tempo quando estou contigo, porque o tempo não dá espaço ao tempo para parar quando estamos juntos. E no tempo que passa rápido, quero que não passe; e no tempo em que não te tenho, peço ao tempo que volte para o tempo em que te tenho para me aquecer do frio.

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