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07
Jan17

Minha fada,

minha pequena fada, que saudades tenho de sentir o teu pequeno corpo pousado na minha mão e puder olhar-te com alegria. Que saudades tenho de te sentir pousar no meu ombro e deixar-me levar pelas histórias que me contas ao ouvido com essa tua voz doce. 

São saudades e memórias do tempo de infância, do tempo do riso fácil e de imaginação, onde numa estrela habituaria alguém que daqui do mundo fugiu e achou melhor dar luz e esperança daquele que cá ficam. E quando se olham as estrelas, recordo-me de ti, pequena fada, e imagino-te a rir e a viver novas histórias, e com a tua luz a transmiti-las a mim. Não deixes de viver, e eu não deixarei de escrever. 

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