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23
Dez16

para os 22,

Poderia novamente dizer que lamento... mas não, não lamento. Não lamento os amo-te ou os estás dentro do meu coração. Não, não lamento. Talvez os devesse ter dito mais cedo, mas acho que foi na altura certa. E continuo a amar com profundidade a todos. E são pequenos momentos que nos trazem a felicidade, naqueles momentos que passamos que nos preenchem o coração e depois de passarem, nos dão aquela saudade - isso faz-nos perceber que valeu a pena. Valeu tudo a pena. 

A vida é agridoce, sempre o foi e sempre será. Mas acredito no optimismo e na positividade. E tenho vivido assim. A vida deu-me mais do que aquilo que estava à espera, mas também não criei expectativas. Desta vez, não as quero criar outra vez. Mas não me posso impedir de sonhar um pouco mais. 

Àqueles que amo, eles sabem-no. Se não o digo, demonstro-o. Se o digo, é apenas um icebergue comparado com o sentimento real que me preenche o coração. Sempre assim foi - amei com tudo de mim e continuo a amar com todas as células que me preenchem, até às novas células que são formadas. O amor faz mover o mundo, o amor faz-me mover, faz-me continuar. E não deixarei de dizer amo-te. Porque continuo a amar. 

Mas nestas primeiras horas deste dia que agora começa, essas serão minhas. Pertencem-me. E vou apenas deixar que a minha mente se rodeie de silêncio e paz.

Que nunca deixemos de amar, que nunca deixemos de sonhar. E agradeçam sempre pelo que a vida vos dá. 

 

E feliz aniversário para mim.

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