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Talvez, um dia, te diga que ainda me vens ao pensamento. Ou te diga o quanto o meu coração palpita por ti mesmo após tanto tempo. Se um dia quiseres saber, pergunta-me. Talvez te diga a verdade. Talvez te minta. Mas para saberes a resposta olha-me nos olhos. Eles responder-te-ão à tua pergunta mesmo que a minha boca não queira pronunciar a palavra correta.

(pergunta-me hoje, e dir-te-ei que te amo)


20 comentários

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Sara 06.09.2016

Tão, tão lindo.
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V. 07.09.2016

Obrigada! :)
Fico feliz por teres gostado. :)
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Carolina 07.09.2016

Descobri este cantinho, percorri os teus posts e apaixonei-me pelos teus textos e pela tua escrita. :)
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V. 07.09.2016

Muito obrigada! :)
Sê bem-vinda a este cantinho. Estará sempre aberto. ;)
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Carolina 08.09.2016

Fiquei tocada com as tuas palavras, foste muito querida! Obrigada, a sério! :) Sabe bem ouvir quando alguém diz que já passou pelo mesmo e que entretanto passa. Porque apesar de eu saber que nenhum sofrimento é eterno, no nosso coração parece que ele não tem fim. Ouvir isso apazigua um pouco a dor, dá alento.

E digo-te exactamente o mesmo, adorei todos os teus textos, acho realmente que tens uma vocação para a escrita. E acredita que não são assim tantas as pessoas que nascem com essa maravilhosa vocação.

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V. 09.09.2016

Eu é que agradeço. Muito obrigada! És uma querida. :) E espero que continues a gostar e espero continuar a seguir-te no blogue e a ler-te.

Acho que o facto de, muitas vezes, não contactarmos com histórias semelhantes às nossas, faz-nos sentir que estamos sozinhos, que nunca ninguém sentiu o que sentimos e que ninguém nos irá compreender. E só quando conhecemos alguém que passou pelo mesmo ou por uma situação semelhante, dá-nos força para seguir em frente e tentar compreender a situação e a nós próprios.
Nenhum sofrimento é eterno, é verdade. E talvez o que doa mais quando se termina uma relação é o facto de termos empenhado tanto numa pessoa e todas as possibilidades que existiam que já não vão acontecer. E dói como um raio no nosso coração.
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Malik 08.09.2016

Duas verdades:
Três belas linhas;
Os olhos não mentem!
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V. 09.09.2016

Obrigada. :)
Sim, os olhos não mentem. Costuma-se dizer que são o espelho da alma.
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V. 09.09.2016

Obrigada pela flor. E envio outra em resposta.
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V. 09.09.2016

Oh, obrigada. É querido da tua parte.
(não sei se é um rapaz ou uma rapariga que me escreve desse lado)
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V. 09.09.2016

Ah, está bem. Agora estou esclarecida.
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Carolina 11.09.2016

Sim, nós achamos sempre que estamos a experienciar um nível de dor nunca antes visto, quando na realidade uma boa parte das pessoas já passou pelo mesmo e muita das vezes com histórias incrivelmente iguais à nossa!
Pensas exactamente como eu.
Eu também acho que o que dói mais é ver que o nosso empenho e dedicação a uma pessoa foi por água abaixo num minuto. E eu falo por mim, fiquei literalmente anos com ele à espera de um pedido de namoro oficial, que acabou por chegar quatro anos depois. É muito tempo. Mas com isto aprendi que nunca devemos dar tudo de nós, devemos dar apenas uma parte. Se essa parte não for suficiente para a outra pessoa, então é porque ela não era a certa para nós. Não devia ser suposto fazermos sacrifícios ao ponto de nos magoarmos tanto só porque amamos alguém, talvez isso já nem seja amor.

Muito obrigada, desejo-te igualmente boa sorte no regresso às aulas! Irei continuar a gostar de passar pelo teu cantinho e espero também continuar a poder ler-te e seguir-te :)
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V. 12.09.2016

Sim, é verdade, nunca devemos dar completamente tudo de nós, porque ficamos vazios. Deve existir sempre algo que se tenha de manter apenas para nós. Intocável.

Obrigada. :)
És sempre bem-vinda. E eu continuarei a passar pelo teu cantinho. ;)

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