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Talvez, um dia, te diga que ainda me vens ao pensamento. Ou te diga o quanto o meu coração palpita por ti mesmo após tanto tempo. Se um dia quiseres saber, pergunta-me. Talvez te diga a verdade. Talvez te minta. Mas para saberes a resposta olha-me nos olhos. Eles responder-te-ão à tua pergunta mesmo que a minha boca não queira pronunciar a palavra correta.

(pergunta-me hoje, e dir-te-ei que te amo)


2 comentários

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Carolina 08.09.2016

Fiquei tocada com as tuas palavras, foste muito querida! Obrigada, a sério! :) Sabe bem ouvir quando alguém diz que já passou pelo mesmo e que entretanto passa. Porque apesar de eu saber que nenhum sofrimento é eterno, no nosso coração parece que ele não tem fim. Ouvir isso apazigua um pouco a dor, dá alento.

E digo-te exactamente o mesmo, adorei todos os teus textos, acho realmente que tens uma vocação para a escrita. E acredita que não são assim tantas as pessoas que nascem com essa maravilhosa vocação.

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V. 09.09.2016

Eu é que agradeço. Muito obrigada! És uma querida. :) E espero que continues a gostar e espero continuar a seguir-te no blogue e a ler-te.

Acho que o facto de, muitas vezes, não contactarmos com histórias semelhantes às nossas, faz-nos sentir que estamos sozinhos, que nunca ninguém sentiu o que sentimos e que ninguém nos irá compreender. E só quando conhecemos alguém que passou pelo mesmo ou por uma situação semelhante, dá-nos força para seguir em frente e tentar compreender a situação e a nós próprios.
Nenhum sofrimento é eterno, é verdade. E talvez o que doa mais quando se termina uma relação é o facto de termos empenhado tanto numa pessoa e todas as possibilidades que existiam que já não vão acontecer. E dói como um raio no nosso coração.

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