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Queria ler novamente as tuas palavras e dar-te a conhecer as minhas. Mas desvaneceste-te novamente por entre a névoa. Estarás por perto? Estarás bem? Porque te dói o peito? Vislumbrei, por momentos, as tuas cicatrizes. Dei-te a conhecer partes das minhas. Porque há dias em que o coração dói como se nunca tivesse curado. 

Desapareceste por entre a névoa, já não te vejo. Espero que estejas bem. E que não te percas no nevoeiro que te rodeia. Quando precisares, estarei do outro lado da névoa para te dar a mão, para te amparar quando a dor for muito grande e custar respirar. Deste lado, o sol brilha agora. Que o tempo te traga; que o teu coração não se perca. 

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